Oficiais R/2 visitam o 21 GAC

O artigo fala da visita dos Oficiais R/2 mostra um Capitão (Flávia Huber) no Gabinete do Comandante do 21 GAC, Tenente Coronel de Artilharia Luciano Batista de Lima. O que tem isso a ver?

 


Fácil de explicar. A jovem é bisneta do Tenente Coronel Luiz de Araujo Correia Lima, criador e idealizador dos CPOR.

 

 

A árvore genealógica do então Capitão Correia Lima, que criou o primeiro CPOR no Rio de Janeiro em 1927 (ficou 3 anos no 21 GAC durante as obras), para registro, é a seguinte:

 


Luiz de Araújo Correia Lima

Filho:

Gen Alfredo Correia Lima - (falecido) casado com Dorinha que vive ainda e mora com a filha Ana Léa em Londrina (PR)


O Luiz Correia Lima teve outro filho, o Cel Paulo Correia Lima (portanto, irmão do Gen Alfredo), que morreu novo, quando eu ainda era jovem.


O Paulo teve 2 filhos:
Cel. Luiz Mario Correia Lima (vivo, mora no Rio e tem 1 filho tb oficial e de quando em vez participa das solenidades no CPOR/RJ)

 


Marisa Correia Lima Umman

NETOS do Luiz Correia Lima

Luiz André (falecido)
Claudio (falecido)
Ana Léa (mora em Londrina com a mãe Dora que doou o camafeu com foto do Correia Lima para o Museu do R/2)
Carlos Eduardo


BISNETOS:

Jorge LUIZ, com Z é por causa dele) - (BISAVÔ)
Ana Lucia (Luiz Andre)
Ricardo (Ana Léa)
Denise (Ana Léa)
Cap. Flavia Huber (Ana Léa) Professora de inglês no IME enquanto o marido faz ECEME.
Gabriel (Carlos Eduardo)
Natalia (Carlos Eduardo)
Leonardo (Carlos Eduardo)
Alexandre Correia Lima  (Luiz Andre)
Rodrigo Jeronimo Correia Lima  (Luiz Andre)

 

Este redator, com a Cap Flavia Correia Lima Huber Costa chegou cedo como sempre e aproveitamos para apresentar a bisneta do criador dos CPOR ao Comandante e conversamos até que começou a chegar a comitiva da AORE/RJ com seu Presidente, Tenente Ruyberto Silva de Oliveira e esposa, levando também a secretária Anna Giancristofaro já que o programa incluía uma visita ao magnífico Forte do Pico, o que não ocorreu pois caía uma chuva forte na hora.

 

 

Chegou também o Tenente Sérgio Monteiro, Presidente do CNOR com alguns diretores e o Cel Abílio, flamenguista doente, que foi recebido e saudado pelo anfitrião com uma camisa do FLUMINENSE, tetracampeão do brasileirão.

 


O Comandante ofereceu aos convidados um boné do 21 GAC e um livro de poesias de cordel da Unidade de João Batista de Melo um dos maiores cordelistas da capital fluminense.

 

 

Contou que as duas últimas estrofes foram feitas em parceria do cordelista com o General Castro e dizem assim:


Essa história tão bonita
Feita em minha poesia
É uma pura verdade
Assim falo to dia
Expresso na minha rima
Sem nosso CORREIA LIMA
CPOR não havia

No Gê A Cê (GAC) em agosto
Ecológicas caminhadas
Desde da cinco da matina
No toque das alvoradas
Andando em paz e doçura
Nosso povo se mistura
COM SUA FORÇAS ARMADAS.

Como chovia muito, a tropa foi dispensada e a formatura foi feita no Salão Nobre. Ficou até melhor, pois, mais íntima, as palavras do Comandante puderam se estender mais, sem a tropa de pé no pátio.

 


Os Oficiais já em forma no Salão sob o comando do Major Pimentel, Subcomandante, os Sargentos formando em linha ao lado, deu entrada no salão o Ten Cel Lima, Comandante do 21 GAC – Grupo Monte Bastione, acompanhado da Capitão Flavia Correia Lima Huber Costa, bisneta de Correia Lima, do Tenente Sergio Pinto Monteiro, Presidente do CNOR e do Tenente Ruyberto Silva de Oliveira, presidente da AORE/RJ.


Foram prestadas as honras militares ao Comandante e o Major Pimentel apresentou o grupamento de Oficiais e Sargentos e foi autorizado a prosseguir.


A presente cerimônia visou comemorar o Dia do R/2 na Guarnição de Niterói bem como o Dia do Quadro de Material Bélico (30 OUT) ocorrido quando a Unidade estava acampada em Resende. E a vitória do Fluminense no campeonato brasileiro, disse um Comandante entusiasmado com o feito.

 


Em suas palavras, o Comandante apresentou os convidados, a bisneta do criador dos CPOR/NPOR e passou a elogiar a participação do 21 GAC no tiro real em Resende denominado Operação Santa Bárbara, referência à padroeira dos Artilheiros.

 


O tiro foi preciso, a observação avançada primorosa e, para surpresa de um Chefe militar que indagara do estado das viaturas, elas estavam todas, 100%, empregadas e em pleno funcionamento. Nenhuma pane, nenhum problema, nada a empanar o brilho da participação do histórico Grupo no exercício da AD/1.

 


Antes em seu Gabinete, havia mostrado uns livros de fotografias do Instituto Moreira Salles que mostrava a participação do 21 GAC até na Guerra de Canudos.

 


O Grupo Monte Bastione – designação histórica por sua participação na FEB, participou vitoriosamente de todas as Guerras e conflitos dentro e fora do país.

 


Elogiou os Oficiais R/2 em serviço temporário em sua Unidade, e, o tiro real realizado em Resende, na AMAN, mostrou a qualidade de sua equipe, e, tanto os CLF (Comandantes da Linha de Fogo) como o Observador do PO, são oriundos do CPOR.

 


Presentes estavam também dois jovens que recém terminaram seu serviço temporário e depois de 8 anos de bons serviços, voltaram a vida civil: O Tenente Otávio Santos e o Sargento Fidelis.

 


Deu os parabéns a dois novos Sargentos recém promovidos que ali estavam em forma.

 


Após suas palavras, o tenente Monteiro pediu para fazer uso e fez um agradecimento que gravamos para melhor transferir a essência de suas palavras.

 


Terminada a cerimônia no Salão Nobre e como chovia, muito do planejado ficou para outra ocasião.

 


Mas, mesmo com a chuva fina, fomos visitar o Monumento na Praça da FEB, com o nome de todos os integrantes do Grupo que foram para a Itália e que guarda o tubo do Obuseiro de 105 mm histórico por ter disparado o primeiro tiro naquele conflito além mar.


Depois da visita e da foto do grupo, nos dirigimos para a praia, onde, na churrasqueira coberta, foi servido um churrasco de confraternização.


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