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Parte I – O Brasil sob o regime militar PDF Imprimir E-mail

 

Parte I – O Brasil sob o regime militar

Em 31 de março passado, fez exatamente 35 anos que houve o golpe militar no Brasil, como dizem os de esquerda, ou contragolpe, como ainda dizem os militares.

Este levantamento, que qualquer um com conhecimentos elementares de Internet ou visitando e pesquisando nos grandes jornais do país, qualquer um pode fazer também, fizemos com o objetivo de rememorar alguns fatos ocorridos naquele período histórico da nação brasileira, para conhecimento e reflexão da nossa pobre juventude.

Digo pobre, porque o ensino no país tem caído tanto que o MEC agora lançou um livro para DESENSINAR português às crianças. Querem que todos falem “pobrema”, “nós vai”, “a gente vamos” e coisas ainda piores...

Digo pobre juventude, pois não sabem ler e, mesmo que tentem, um texto difícil e complexo como o publicado neste portal sob o título Erosão da liberdade, nada vão entender. São na verdade, analfabetos funcionais (aqueles que lêem e nada entendem)... Pobre juventude, bem diferente da minha!

- Os militares (seu regime) fizeram a maior Revolução Industrial do século XX. Pegaram um país com o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, entregaram aos civis com o 10º(décimo) PIB mundial. Estamos há 24 anos sob autoridade civil e ainda continuamos em 10º lugar.

Outras coisinhas que os militares fizeram (tire suas conclusões):

Ø Criação de 13 milhões de empregos;

Ø A Petrobrás aumenta a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;

Ø Estruturação das grandes construtoras nacionais;

Ø PIB de 14%;

Ø Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;

Ø Criação da Eletrobras;

Ø Criação da Nucleobras e subsidiária;

Ø Criação da Embratel e Telebras;

Ø Usina Angra I e Angra II;

Ø Indústria aeronáutica, naval, bélica e automotiva;

Ø É restabelecida a autoridade por 21 anos;

Ø Pró-alcool (95% dos carros no país);

Ø Construída as maiores usinas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú;

Ø Exportações crescem de 1,5 bilhões de dólares para 37 bilhões;

Ø Rede Asfaltada de 3mil para 45 mil KM;

Ø Redução da inflação de 100% ªª para 12% ªª, sem controle do preço* e sem massacre do funcionalismo público;

Ø Fomento e financimento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;

Ø Cursos de mestrado e doutorado;

Ø INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;

Ø FUNRURAL;

Ø Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;

Ø Criação de várias Universidades

Ø Criação do FGTS, PIS, PASEP;

Ø Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos);

Ø Duplicação da rodovia Rio Juiz de Fora e da Via Dutra;

Ø Criação da EBTU;

Ø Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza;

Ø Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos aeroportos brasileiros (Galeão, Guarulhos, Brasília, Confins, Campinas - Viracopos, Salvador, Manaus);

Ø Implementação dos Pólos Petroquímicos em São Paulo (Cubatão) e na Bahia (Camaçari);

Ø Prospecção de Petróleo em grandes profundidades na bacia de Campos;

Ø Construção do Porto no Maranhão;

Ø Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos desportivos em diversas cidades e universidades do país;

Ø SNI;

Ø Polícia Federal;

Ø Código Tributário Nacional;

Ø Código de Mineração;

Ø Zona Franca de Manaus;

Ø IBDF Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;

Ø Conselho Nacional de Poluição Ambiental;

Ø Reforma do TCU;

Ø Estatuto do Magistério Superior;

Ø INDA Instituto de desenvolvimento agrário;

Ø Criação do banco Central (DEZ64);

Ø SFH Sistema Financeiro habitacional;

Ø BNH Banco Nacional de Habitação;

Ø Construção de 4 milhões de moradias;

Ø Regulamentação do 13º salário;

Ø Banco da Amazônia;

Ø SUDAM;

Ø Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, habitacional, Política e Universitária;

Ø Ferrovia da soja;

Ø Rede Ferroviária ampliada de 3mil e remodelada para 11 mil KM;

Ø Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;

Ø Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;

Ø Matriculas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;

Ø Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);

Ø Estabelecimento de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;

Ø Crédito Educativo;

Ø Projeto RONDON;

Ø MOBRAL;

OBRAS DE GRANDE IMPACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO PAÍS

  1. CENTENAS DE PONTES

Dentre tantas, a nossa Ponte Rio Niterói, construída entre 1969 e 1974.

(fotos de 001 a 004)

001

— O conceito de seu projeto remonta a 1875, visando a ligação entre os dois centros urbanos vizinhos, separados pela baía de Guanabara ou por uma viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. À época havia sido concebida a construção de uma ponte e, posteriormente, de um túnel.

002

— Entretanto, somente no século XX, em 1963, foi criado um grupo de trabalho para estudar um projeto para a construção de uma via rodoviária. Em 29 de Dezembro de 1965, uma comissão executiva foi formada para cuidar o projeto definitivo de construção de uma ponte.

003

— O Presidente Costa e Silva assinou decreto em 23 de Agosto de 1968, autorizando o projeto de construção da ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes, sob a gestão de quem a ponte foi iniciada e concluída.

004


— A obra teve início, simbolicamente, em 9 de Novembro de 1968, com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth II e de Sua Alteza Real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo, ao lado do ministro Mário Andreazza. As obras tiveram início em Janeiro de 1969

  1. USINAS HIDRELÉTRICAS

Hidrelétrica de Itaipu (construída de 1971 a 1982)(fotos 005 a 007)

005

— A Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional é uma usina hidrelétrica binacional construída pelo Brasil e pelo Paraguai no rio Paraná, no trecho de fronteira entre os dois países, 14 quilômetros ao norte da Ponte da Amizade. A área do projeto se estende desde Foz do Iguaçu, no Brasil, e Ciudad del Este, no Paraguai, ao sul, até Guaíra (Brasil) e Salto del Guairá (Paraguai), ao norte. A potência instalada da Usina é de 14.000 MW (megawatts), com 20 unidades geradoras de 700 MW cada.

— No ano 2000, a usina atingiu o seu recorde de produção de 93,4 bilhões de quilowatts-hora (kWh), sendo responsável pela geração de 95% da energia elétrica consumida no Paraguai e 24% de toda a demanda do mercado brasileiro.

— Até o funcionamento em plena capacidade da Hidrelétrica de Três Gargantas na China, a usina de Itaipu é a maior hidrelétrica do mundo em potência instalada. Em capacidade de geração continuará sendo a mais importante, visto que o regime hidrológico do rio Paraná apresenta maior fluxo de água que o Rio Yangtzé.

006

— A energia gerada por Itaipu e destinada ao Brasil é transmitida pela empresa Furnas Centrais Elétricas S.A.

— No município de Manoel Ribas - PR, através de uma subestação rebaixadora (750 kV/550 kV), chamada Ivaiporã, 15% da energia gerada por Itaipu é entregue à Eletrosul Centrais Elétricas S.A. Cabe à Eletrosul, entre outras funções, a transmissão desta energia às concessionárias do sul do Brasil e ao estado do Mato Grosso do Sul.

007

Hidrelétrica de Tucuruí (1976 a 1984) (foto 008)

— Usina Hidrelétrica de Tucuruí é a maior usina hidrelétrica 100% brasileira localizada a 400 km de Belém no estado do Pará, município de Tucuruí. Foi construída para a geração de energia elétrica e para tornar navegável um trecho do rio Tocantins cheio de corredeiras, ultrapassadas através de uma eclusa. A extensão total da barragem de terra tem 11 km.


008



Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira (construída em 1978) (foto 009)

009

— A Usina Hidrelétrica Ilha Solteira é a maior usina da CESP e do Estado de São Paulo e a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil. Está localizada no Rio Paraná, entre os municípios de Ilha Solteira (SP) e Selvíria (MS).

— Em conjunto com a UHE Engenheiro Souza Dias (Jupiá), compõe o sexto maior complexo hidrelétrico do mundo.
Sua potência instalada é de 3.444,0 MW e tem 20 unidades geradoras com turbinas tipo Francis. A usina foi concluída em 1978

— É uma usina com alto desempenho operacional que, além da produção de energia elétrica, é de fundamental importância para o controle da tensão e freqüência do Sistema Interligado Nacional

— Sua barragem tem 5.605 m de comprimento e seu reservatório tem 1.195 km2 de extensão.

— O Canal Pereira Barreto, com 9.600 m de comprimento, interliga os reservatórios da Usina Hidrelétrica Ilha Solteira e da Usina Hidrelétrica Três Irmãos, propiciando a operação energética integrada dos dois aproveitamentos hidrelétricos.

Hidrelétrica de Jupiá (inaugurada em 1974) (foto 010)

010

— Situada sobre o Rio Paraná, na intersecção com o Rio Sucuriú, no ponto chamado Jupiá, entre as cidades de Três Lagoas (Mato Grosso do Sul) e Castilho (São Paulo), a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil.

— A construção da Usina do Jupiá, como também é chamada, foi iniciada na primeira metade da década de 1960 e finalizada no ano de 1974, utilizando tecnologia inteiramente brasileira. Apesar de ter sido um projeto desenvolvido durante a ditadura militar, período marcado por obras faraônicas, a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias é relativamente eficaz em termos da área alagada e da destruição ambiental causada e da eletricidade ali produzida. Entre as três maiores usinas hidrelétricas do Brasil, perde somente para a maior, a Usina hidrelétrica de Itaipu, em termos de eficiência, ultrapassando a Usina hidrelétrica de Ilha Solteira.

PETROBRÁS S.A. (foto 011)

011

— A Petrobras - Petróleo Brasileiro S/A (BOVESPAPETROBRAS; NYSEPBR) é uma empresa estatal brasileira, de economia mista [2], que opera no segmento de energia, prioritariamente nas áreas de exploração, produção, refino, comercialização e transporte de petróleo e seus derivados no Brasil e no exterior, sediada no Rio de Janeiro. Seu lema atual é "Uma empresa integrada de energia que atua com responsabilidade social e ambiental".

CNPq

— Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (antigo Conselho Nacional de Pesquisa, cuja sigla já era CNPq e foi mantida ao mudar-se o nome da agência) é um órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para incentivo à pesquisa no Brasil.

— Fundado em 1951, o CNPq é uma instituição longeva. Por isso, é por ela mesma considerada das mais sólidas de sua área entre os países em desenvolvimento.

— Seu objetivo inicial foi capacitar o Brasil a dominar o ciclo atômico, tema definido como de importância estratégica àquele momento. Porém, seu papel ampliou-se com o passar do tempo.

— Até a criação do Ministério, o CNPq era o órgão que centralizava a coordenação da política nacional de ciência e tecnologia.

— Hoje sua missão é promover o desenvolvimento científico e tecnológico e executar pesquisas. necessárias ao progresso social, econômico e cultural do País. As atividades são realizadas pelo planejamento e execução de atividades de fomento a ciência e tecnologia, principalmente pela concessão de bolsas e auxílios a pesquisadores e estudantes.

— A sede do CNPq localiza-se na Asa Norte de Brasília. O CNPq tem muitos órgãos federais e até agências de fomento estrangeiras como parceiros.

FINEP

— A Finaciadora de Estudos e Projetos, mais conhecida pela sigla FINEP, é uma empresa pública brasileira vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Foi criada em 24 de julho de 1967, para institucionalizar o Fundo de Financiamento de Estudos de Projetos e Programas, criado em 1965.

CAPES

— Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, mais conhecida pela sigla CAPES, é uma agência de fomento à pesquisa brasileira que atua na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todos os estados do Brasil. A sua característica distintiva, em relação às outras agências federais de fomento, como o CNPq e a FINEP, e às estaduais (das quais a principal é a paulista Fapesp), está na Avaliação Trienal que ela efetua de todos os cursos de pós-graduação do País. É a única entidade que tem tradição de determinar o descredenciamento (na prática, o fechamento) dos cursos que têm nota fraca ou deficiente. Seu atual presidente (desde 2004) é o bioquimico Jorge Almeida Guimarães e seu diretor de avaliação, o filósofo Renato Janine Ribeiro. A avaliação dos cursos de pós-graduação foi introduzida em 1976, pelo seu então diretor-geral (na época, o cargo máximo da agência, que depois se tornou fundação), o educador Cláudio de Moura Castro. Em 2007, uma nova lei atribuiu à Capes também o papel de estimular a formação de professores para o ensino básico, considerado o nível mais deficiente da educação brasileira.

DATAPREV

— Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) é uma empresa pública brasileira responsável pelo processamento dos dados da Previdência social no Brasil. Sua Administração Central está localizada no Distrito Federal. Possui unidades em todos os estados da federação, atualmente distinguidas entre regionais e de atendimento. Seus computadores de grande porte estão localizados nas sedes da unidades regionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

— Além disso, atualmente a Dataprev dispõe de quatro unidades de desenvolvimento de software: Unidade de Desenvolvimento Paraíba (UDPB), Unidade de Desenvolvimento Santa Catarina (UDSC), Unidade de Desenvolvimento Ceará (UDCE) e Unidade de Desenvolvimento Rio de Janeiro (UDRJ).

— CRIADO EM: 1974

Se tiver jovem lendo até aqui será difícil acreditar. O texto é longo e acho, eles ficaram pelo caminho. Mas devo continuar!

  1. ESTÁDIOS E COMPLEXOS ESPORTIVOS

Estádio Rei Pelé – AL ( foto 012)

012

Inaugurado em 1970

Estádio Vivaldo Lima (Vivaldão) – AM (foto 013)

013


Inaugurado em 1970

Estádio Gov. Plácido Castelo (Castelão) – CE (foto 014)

014

Inaugurado em 1973

Estádio Mané Garrincha – DF (foto 015)

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Inaugurado em 1974

Estádio Serra Dourada – GO (foto 016)

016

Inaugurado em 1975

Estádio Universitário Pedro Pedrossian (Morenão) – MS (foto 017)

017

Inaugurado em 1971

Estádio José Fragelli (o Verdão) – MT (foto 018)

018

Inaugurado em 1976

Estádio Gov. Magalhães Pinto (Mineirão) – MG (foto 019)

019

Inaugurado em 1965

Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão) – PA (foto 020)

020

Inaugurado em 1978

Estádio José Américo de Almeida Filho (Almeidão) – PB (foto 021)

021

Inaugurado em 1975

Complexo Poliesportivo Pinheirão – PR (foto 022)

022

Inaugurado em 1985

Estádio Gov. Alberto Tavares Silva (Albertão) – PI (foto 023)

023

Inaugurado em 1976

Estádio Lourival Batista (o Batistão) – SE (foto 024)

024

Inaugurado em 1969

  1. PORTOS MARÍTMOS

Porto de Aratu – BA

025

— O Porto de Aratu é um porto brasileiro localizado no estado da Bahia, na baía de Todos os Santos, próximo à entrada do canal de Cotegipe, em frente à costa leste da ilha de Maré.

— O porto é responsável por 60% de toda a carga movimentada em modal marítimo na Bahia, portanto possui grande importância para a economia da Bahia, pois serve como meio de escoamento da produção e da entrada de produtos para o Pólo Petroquímico de Camaçari, o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Complexo da Ford de Camaçari.

— INAUGURADO EM 1975.

(foto 025)

Porto do Forno – Arraial do Cabo – RJ

026

— O Porto do Forno está localizado na extremidade norte da Praia dos Anjos, junto ao Morro da Fortaleza, no município de Arraial do Cabo, parte sudeste do litoral do Estado do Rio de Janeiro.

— INAUGURADO: em 1972.

(foto 026)

Porto de Tubarão – ES

027

— O Porto de Tubarão é um porto brasileiro localizado na ponta do mesmo nome, na parte continental do município de Vitória, capital do Espírito Santo. É um terminal graneleiro do Porto de Vitória.

— Inaugurado em 1966, é controlado pela Companhia Vale do Rio Doce. É o maior porto de exportação de minério de ferro do mundo e permite o acesso de navios de grande porte

— INAUGURAÇÃO: 1966

(foto 027)

Porto de Itaqui – MA

028

— O Porto do Itaqui está localizado no interior da Baía de São Marcos e seu acesso hidroviário não conta com a formação de barra. O canal acesso possui profundidade natural mínima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 Km.

(foto 028)

  1. USINAS NUCLEARES

Construídas com o objetivo de assegurar energia para o desenvolvimento além da aquisição da tecnologia.

Angra 1

— Angra 1 é a primeira das usinas nucleares que deu origem à Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto

 

029

 

 

— Os reatores de potência são maiores e se destinam à produção de energia para a movimentação de navios, submarinos, usinas átomo-elétricas, etc. A primeira usina átomo-elétrica brasileira está situada na Praia de Itaorna, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. O programa nuclear brasileiro vive um paradoxo: gastou demais para ser desativado.

— Em novembro de 1976, o Brasil assinou um acordo na Alemanha com a empresa KWU, do grupo Siemens, para a construção de oito reatores nucleares. Em vinte e dois anos, nenhum ficou pronto. A usina Angra 2, em Angra dos Reis-RJ, consumiu 5,8 bilhões de dólares e requer mais 1,2 bilhão para ser concluída. As obras foram retomadas em março de 1996 e deverão acabar, diz-se, em 1999. No total, serão 7 bilhões de dólares por um reator de 1300 megawatts que pode ser adquirido pronto, hoje, por 1,5 bilhão de dólares.

— O grande inconveniente do processo de fissão está na produção de lixo radioativo, que deve ser armazenado adequadamente a fim de evitar qualquer tipo de contaminação do meio ambiente, com todas as conhecidas conseqüências para a vida dos seres humanos, animais e vegetais observadas em locais onde houve explosão de bombas atômicas.

Angra 2

030


(foto 029 e 030)

IMBEL

— A Indústria de Material Bélico (IMBEL) é uma empresa estatal brasileira, criada em 1975 e ligada ao Ministério da Defesa.

— Seus objetivos são: colaborar no planejamento e na produção de material bélico, através da transferência de tecnologia; incentivar a instalação de novas indústrias e prestar assistência técnica e financeira a estas; administrar industrial e comercialmente seu próprio parque de material bélico; e promover o desenvolvimento de outras atividades relacionadas a seus objetivos.

EMBRAER

— A Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer) é uma empresa que fabrica aviões de pequeno e médio porte, para uso na aviação regional, executiva e agrícola, além de caças militares, aviões de sensoriamento remoto e para transporte de autoridades.

— É a terceira maior indústria do setor no mundo[1], atrás da Boeing e Airbus, e uma das maiores companhias exportadoras do Brasil, em termos de valor absoluto desde 1999 e hoje também, a maior fabricante de jatos executivos em pedidos em carteira.

— Sua sede localiza-se na cidade de São José dos Campos, interior do estado de São Paulo e possui diversas outras unidades, inclusive uma na China, a Harbin Embraer.

— FUNDADA: EM 1969

Centro de Lançamentos de Alcântara – MA

— A segunda base de lançamentos de foguetes do Brasil foi denominada de Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), foi criada em 1989 no estado do Maranhão. Destina-se a realizar missões de lançamentos de satélites e sedia os testes do Veículo Lançador de Satélites - (VLS). A base está situada na latitude 2°18’ Sul, tem uma área de 620 km² e o primeiro lançamento de um foguete foi em 1989.

— O CLA foi criado como substituto do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado no estado do Rio Grande do Norte, pois o crescimento urbano nos arredores do CLBI, não permitia ampliações da base.

— Devido a sua proximidade com a linha do equador, o consumo de combustível para o lançamento de satélites é menor em comparação a outras bases de lançamento existentes.

031


(foto 031)

Montadoras de Automóveis

— CHEVROLET - No ano de 1968, a Chevrolet Brasil anuciou oficialmente o projeto do seu primeiro carros de passeio, o inesquecível e lendário Opala.

— FORD – No ano de 1968 iniciou o projeto de lançamento de carro de passeio no Brasil.

— FIAT -No Brasil, segundo o site da montadora, a FIAT está instalada desde 1973 em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e hoje lidera a produção e as vendas no mercado do país, tornando-se a mais importante unidade produtora fora da Itália.

  1. ESQUADRA BRASILEIRA

— Na atualidade, a Esquadra brasileira encontra-se equipada com um navio-aérodromo, seis fragatas Classe Niterói modernizadas, três fragatas Classe Greenhalgh, quatro corvetas, um contratorpedeiro Classe Pará, dois navios-tanque, dois navios de desembarque-doca, um navio de desembarque de carros de combate, um navio de transporte de tropas, cinco submarinos, um navio-escola, um navio-veleiro e um navio de socorro submarino.

— A esta força no mar, nos céus somam-se um Esquadrão de Aviões AF-1 (A-4 Skyhawk), um Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, um Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos, cinco Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral e um Esquadrão de Helicópteros de Instrução.

— Desde 1980 foi permitido a mulheres ingressarem na Marinha, em funções administrativas.

Navio Aerodromo São Paulo (foto 032)

032

Lançado ao mar em 1957 foi incorporado em 2000 ao preço de 12 milhões de dólares

Fragatas Classe Niterói

F Niterói (F 40) – lançada ao mar em 1974 e incorporada em 1976 (foto 033)

033

F Defensora (F 41) – Lançada ao mar em 1972 e incorporada em 1975 (foto 034)

034

F Constituição (F 42) – Lançada ao mar em 1974 e incorporada em 1976 (foto 035)

035


F Liberal – Lançada ao mar em 1975 e incorporada em 1976 (foto 036)

036

F Independência (F 44) - Lançada ao mer em 1979 e incorporada em 1980 (foto 037)

037

F União (F 45) – Lançada ao mar e incorporada em 1980 (foto 038)

038

Fragatas Classe Greenhalg

F Greenhalg (F 46) – Lançada ao mar em 1976 e incorporada em 1996 (foto 039)

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F Dodsworth (F 47) – Lançada ao mar em 1978, incorporada em 1996 e baixada em 2004 (foto 040)

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F Bosísio (F 48) – Lançada ao mar em 1980 e incorporada em 1996 (foto 041)

j041

FD Rademaker (F 49) – Lançada ao mar em 1977 e incorporada em 1996 (foto 042)

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Meios Aéreos da Marinha

Aeronave Skyhawk AF-1 e AF-1A – Fabricados em 1973 e incorporados em 1990

043

  1. OUTROS GIGANTES & REALIZAÇÕES

INFRAERO

— A Infraero (sigla para Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) é uma empresa pública federal brasileira de administração indireta, vinculada ao Ministério da Defesa. Criada pela Lei nº 5862, em 12 de dezembro de 1972, a empresa é responsável pela administração dos principais aeroportos do país. No total, são 67 aeroportos, que movimentaram mais de 82 milhões de passageiros em 2003, e 81 unidades de apoio à navegação aérea. Obteve lucro líquido de 240 milhões de reais em 2004.

ELETROBRAS

— Eletrobrás é uma empresa de economia mista e de capital aberto sob controle acionário do Governo Federal brasileiro e atua como uma holding, controlando empresas de geração e transmissão de energia elétrica.

— Criada em 1962 para coordenar todas as empresas do setor elétrico, a reestruturação do setor reduziu as responsabilidades da empresa, com a criação da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, do Operador Nacional do Sistema - ONS e da Câmara Comercializadora de Energia Elétrica - CCEE.

— Tem como empresas subordinadas, entre outras:

— Chesf

— Eletronorte

— Eletrosul

— Furnas

— CGTEE

— CEPEL

— Eletronuclear

— A Eletrobrás detém ainda 50% da Itaipu Binacional.

EMBRAPA

— A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) é uma instituição pública brasileira vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, criada em 26 de abril de 1973, cujos objetivos são a produção de conhecimento científico e desenvolvimento de técnicas de produção para a agricultura e a pecuária brasileira.

— Tem como missão viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural, com foco no agronegócio, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em benefício dos diversos segmentos da sociedade brasileira.

— Atua com um sistema composto de 38 Centros de Pesquisa, três serviços e onze unidades centrais, estando presente em quase todos os Estados da Federação, com 8.619 empregados, dos quais 2.221 são pesquisadores, e um orçamento acima de 1 bilhão de reais anuais.

— Está sob a sua coordenação o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária-SNPA, constituído por instituições públicas federais, estaduais, universidades, empresas privadas e fundações, que, de forma cooperada, executam pesquisas nas diferentes áreas geográficas e campos do conhecimento científico.

— Em termos de cooperação internacional, a Empresa mantém 68 acordos bilaterais de cooperação técnica com 37 países e 64 instituições, bem como acordos multilaterais com 20 organizações internacionais, envolvendo principalmente a pesquisa em parceria. Mantém ainda laboratórios para o desenvolvimento de pesquisa em tecnologia de ponta nos Estados Unidos, França e Holanda, além de um escritório em Gana para compartilhar conhecimento científico e tecnológico com o continente africano

FGTS

— O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é constituído pelo total dos depósitos mensais que os empregadores depositam nas contas FGTS abertas na Caixa Econômica Federal em nome dos seus empregados, cuja finalidade é dar suporte financeiro aos trabalhadores, principalmente na hipótese de demissão sem justa causa, mas também em outra situações específicas.

— Os recursos do FGTS são destinados ainda para aplicações nas áreas de habitação, saneamento e infra-estrutura.

PIS/PASEP

— Programa de Integração Social, mais conhecido como PIS, é uma contribuição social de natureza tributária, devida pelas pessoas jurídicas, com objetivo de financiar o pagamento do seguro-desemprego e do abono para os trabalhadores que ganham até dois salários mínimos.

— Quando foi instituído, o PIS tinha a finalidade de promover a integração do empregado na vida e no desenvolvimento das empresas, viabilizando melhor distribuição da renda nacional.

— Atualmente o abono do PASEP (funcionários públicos) é pago no Banco do Brasil, enquanto que o abono do PIS (funcionários de empresas privadas) é feito na Caixa Econômica Federal.

POLÍCIA FEDERAL

— Departamento de Polícia Federal (também chamada de DPF ou PF) é um órgão subordinado ao Ministério da Justiça, cuja função é, de acordo com a Constituição de 1988, exercer a segurança pública para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.

— DATA DA DENOMINAÇÃO: 1967

EMBRAER (já mostrada)

— A Embraer nasceu como uma iniciativa do governo brasileiro dentro de um projeto estratégico para implementar a indústria aeronáutica no país, em um contexto de políticas de substituição de importações.

— Foi fundada no ano de 1969, e seu primeiro presidente foi o engenheiro Ozires Silva, que havia liderado o desenvolvimento do avião Bandeirante.

— Inicialmente, a maior parte de seu quadro de pessoal formou-se pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) do Centro Técnico Aeroespacial (CTA). De certa maneira, a Embraer nasceu dentro do CTA.

— No ano de 1980, houve uma fusão com a Indústria Aeronáutica Neiva, que se tornou sua empresa subsidiária.

— Durante as décadas de 70 e 80, a Embraer conquistou importante projeção nacional e internacional com os aviões Bandeirante, Xingu e Brasília.

— Atualmente a empresa encontra-se em ascendência, com muitos contratos de venda, e expandindo-se não somente em espaço físico, mas também em número de empregados, contando hoje cerca de 20.000 funcionários, dois quais aproximadamente doze mil são diretos e oito mil indiretos.

BANCO CENTRAL DO BRASIL

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— O Banco Central do Brasil é autarquia federal integrante do Sistema Financeiro Nacional, sendo vinculado ao Ministério da Fazenda do Brasil. Assim como os outros bancos centrais do mundo, o brasileiro é a autoridade monetária principal do país, tendo recebido esta competência de três instituições diferentes: a Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), o Banco do Brasil e o Tesouro Nacional.

— O Banco Central foi criado em 31 de dezembro de 1964, com a promulgação da Lei nº 4.595.

(foto 044)

BANCO DA AMAZÔNIA S/A

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— Fundado durante a II Guerra Mundial por Getúlio Vargas sob o nome de Banco de Crédito da Borracha, o Banco da Amazônia S.A tinha como principal finalidade financiar o reaquecimento da extração de látex no Estado do Pará (O Segundo Ciclo da Borracha).

— Em 1966 o governo militar muda seu nome para Banco da Amazônia S.A. ou simplesmente BASA. É a principal instituição financeira federal de fomento com a missão de promover o desenvolvimento da região amazônica. Possui papel relevante tanto no apoio à pesquisa quanto no crédito de fomento, respondendo por mais de 60% do crédito de longo prazo da Região. Presente principalmente nos estados da Amazônia Legal, cerca de 59% do território nacional, possuindo também agências nas seguintes capitais: Brasília, São Paulo, Rio de janeiro e Porto Alegre. É um banco estatal pertencente ao governo federal, com papéis sendo negociados na Bovespa. Opera com exclusividade o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) e ainda atende com outras fontes como: BNDES, Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), Fundo da Marinha Mercante, Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), Orçamento Geral da União e recursos próprios. Sua sede é situada na Avenida Presidente Vargas, em Belém do Pará.

(foto 045)

SUDAM

— O Sudam, é uma Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia. É uma extinta autarquia do governo federal do Brasil, criada no governo de Castelo Branco em 1966, com a finalidade de promover o desenvolvimento da região amazônica, criando incentivos fiscais e financeiros especiais para atrair investidores privados, nacionais e internacionais.

— A SUDAM veio a substituir uma outra autarquia denominada Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA), criada por Getúlio Vargas em 1953. Também tinha o objetivo de desenvolver a região amazônica.

— Em 24 de agosto de 2001, o presidente Fernando Henrique Cardoso, na medida provisória nº. 2.157-5, criou a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (ADA), e extinguiu a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), devido às inúmeras denúncias de corrupção envolvendo a organização.

— Esta decisão foi tomada após várias críticas quanto à eficiência desta autarquia, passando a ser a responsável pelo gerenciamento dos programas relativos à Amazônia Legal.

REDE FERROVIÁRIA FEDERAL

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— A Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA) foi uma empresa estatal brasileira de transporte ferroviário, que cobria boa parte do território brasileiro.

— dissolvida de acordo com o estabelecido no Decreto nº 3.277, de 7 de dezembro de 1999, alterado pelo Decreto nº 4.109, de 30 de janeiro de 2002, pelo Decreto nº 4.839, de 12 de setembro de 2003, e pelo Decreto nº 5.103, de 11 de junho de 2004, reunia 18 ferrovias regionais, e tinha como intuito promover e gerir o desenvolvimento no setor de transportes ferroviários. Seus serviços estenderam-se por 40 anos antes de sua desestatização, operando em quatro das cinco regiões brasileiras, em 19 unidades da federação.

— A RFFSA existiu por 50 anos e 76 dias, sendo oficialmente extinta por força da MP nº 353, de 22 de janeiro de 2007, convertida na Lei Federal n° 11.483, de 31 de maio de 2007.

(foto 046) – Antiga sede da RFFSA em Juiz de Fora - MG

MOBRAL

— O Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) foi um projeto do governo brasileiro, criado pela Lei número 5.379, de 15 de dezembro de 1967, e propunha a alfabetização funcional de jovens e adultos, visando "conduzir a pessoa humana (sic) a adquirir técnicas de leitura, escrita e cálculo como meio de integrá-la a sua comunidade, permitindo melhores condições de vida". Este movimento, mantido pelo governo federal durante a ditadura militar, visava a instrumentalizar o cidadão e torná-lo capaz de exercer sua cidadania. No entanto, o MOBRAL se limitou a alfabetizar de maneira funcional, não oferecendo uma formação mais abrangente, que capacitasse ao verdadeiro exercício da cidadania. Durante anos, jovens e adultos frequentaram as aulas do MOBRAL, sem atingir um nível aceitável de alfabetização ou letramento. A recessão econômica iniciada nos anos oitenta inviabilizou a continuidade do MOBRAL que demandava altos recursos para se manter. Seus Programas foram assim incorporados pela Fundação Educar.

RODOVIA TRANSAMAZÔNICA

— A Rodovia Transamazônica (BR-230), projetada pelo general Emílio Garrastazu Médici (ditador de 1969 a 1974) sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devida as suas proporções gigantescas, realizadas pelo regime militar, é a terceira maior rodovia do Brasil, com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de Pará e Amazonas, nasce na cidade de Cabedelo na Paraiba. É classificada como rodovia transversal. Em grande parte, a rodovia não é pavimentada.

— Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do país, foi inaugurada em 30 de agosto de 1972. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada com 8 mil quilometros de comprimento, conectando as regiões Norte e Região Nordeste do Brasil com o Peru e o Equador, não sofreu maiores modificações desde sua inauguração.

RODOVIA PRESIDENTE DUTRA

— A Rodovia Presidente Dutra (BR-116, também SP-60 no estado de São Paulo) faz a ligação entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

— Possui extensão total de 402 km, no iniciando-se no Trevo das Margaridas, no Rio de Janeiro e terminando no acesso à Marginal Tietê, em São Paulo.

— No estado do Rio de Janeiro, a rodovia tem extensão de 171 km, e no estado de São Paulo, 231 km.

— A Via Dutra é considerada a rodovia mais importante do Brasil, não só por ligar as duas metrópoles nacionais, mas bem como atravessar uma das regiões mais ricas do país, o Vale do Paraíba e ser a principal ligação entre o Nordeste e o Sul do Brasil.

— Durante a década de 1960 a pista é duplicada em vários trechos. Em 1967 é entregue a via duplicada em toda extensão, tornando-se a principal autopista brasileira.

— Na década de 1970 o tráfego na Dutra é aliviado pela construção, pelo governo paulista, de uma via expressa entre São Paulo e Itaquaquecetuba, denominada de Rodovia dos Trabalhadores, ou Rodovia Ayrton Senna. Esta via é prolongada na década de 1990 até a cidade de Taubaté, sob o nome de Rodovia Governador Carvalho Pinto.

ZONA FRANCA DE MANAUS

— A Zona Franca de Manaus (ZFM) é um modelo de desenvolvimento econômico implantado pelo governo brasileiro objetivando viabilizar uma base econômica na Amazônia Ocidental, promover a melhor integração produtiva e social dessa região ao país, garantindo a soberania nacional sobre suas fronteiras. A mais bem-sucedida estratégia de desenvolvimento regional, o modelo leva à região de sua abrangência (estados da Amazônia Ocidental: Acre, Amazonas, Rondônia e Roraima e as cidades de Macapá e Santana, no Amapá) desenvolvimento econômico aliado à proteção ambiental, proporcionando melhor qualidade de vida às suas populaçõesO primeiro teve maior ascensão até o final da década de 80, quando o Brasil adotava o regime de economia fechada. O industrial é considerado a base de sustentação da ZFM. O Pólo Industrial de Manaus possui mais de 500 indústrias de alta tecnologia gerando mais de meio milhão de empregos, diretos e indiretos. O Pólo Agropecuário abriga projetos voltados à atividades de produção agroindústria, piscicultura, turismo, beneficiamento de madeira, entre outras.

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