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A poderosa 1ª Divisão de Exército PDF Imprimir E-mail
Escrito por Ten Mergulhão   
Seg, 30 de Março de 2009 12:29


Passagem de Comando da 1ª DE - Vila Militar


Nada melhor do que assistir a uma passagem de Comando para conhecer e ver desfilar as Organizações Militares. Sua história, sua importância e mais uma porção de detalhes que ou fazem parte da despedida do Comandante substituído ou do elogio que recebe protocolarmente de seu Chefe.

A movimentação das tropas (REI) chegando para a formatura
  
O Regimento Andrade Neves tomando posição



Quando a OM em questão é a poderosa 1ª Divisão de Exército do CML, sua história começa na Segunda Guerra Mundial com a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária (FEB) e seu primeiro Comandante o lendário Marechal Mascarenhas de Moraes, nome histórico da 1ª DE.

A chegada do Gen Catão, Comandante Militar do Leste
  
A chegada do Gen Castro, Chefe do DECEX



A história da 1ª DE se confunde com a história do Brasil. E muitas das Organizações Militares que compõe as suas Brigadas lutaram muito antes, como na Guerra de Canudos.

Alguns R/2 presentes. O de cor diferente é de Natal, Ten Ribeiro. Ten Alves, Ribeiro mencionado, Paulo, Rangel (Reitor da UCP), Melo, Pindaro (Asp de 1956) e Brandão
  
Note as bandeiras históricas ladeando o obelisco



E não é só história e nem passado. O desfile das Unidades subordinadas mostrou aparelhamento moderno e não só dos poderosos Obuseiros de 155 mm do 11º GAC (Grupo Montese) ou do 21º GAC (Grupo Monte Bastione), nem das viaturas Cascavel e Urutu do 15º RCMec, mas o que chamou a atenção são os produtos de pesquisa e tecnologia inteiramente brasileiros como o Morteiro Pesado de 120 mm ou a viatura leve (jipe) Agrale Marruá.

38 BI de Vila Velha, Espírito Santo, chegando
  
Assinalados, na varanda, os Oficiais R/2 da AORE/RJ
  
Ten Ruyberto, Gen Farias, Ten Mergulhão, Ten Monteiro e atrás, Ten Alfredo em trajes civis



E, quando se trata de dois Chefes de muito prestígio como o General Rui Monarca da Silveira que será promovido em dias ao mais alto posto do Exército e assumirá o importantíssimo DECEX (Departamento de Educação e Cultura do Exército, antigo DEP) ou o General Marco Antonio de Farias que tive o prazer de conhecer quando Comandava a modelar Academia Militar das Agulhas Negras, acorrem tantos Chefes, subordinados e amigos que conseguimos encontrar todos os conhecidos em um lugar só.

Gen Macedo e de terno claro, Gen Ronald
  
Os militares se dirigem aos palanques



O primeiro, Comandante substituído, ficou no cargo quatro anos e três meses, tempo jamais igualado por nenhum Comandante anterior. O segundo, Comandante substituto, quando na Diretoria de Ensino Preparatório e Assistencial, implantou modernas técnicas de gestão e faturou um Prêmio Qualidade Rio de Ouro.

Cel Loureiro da Associação mineira
  
Gen Catão e Gen Castro



Mas um exemplo de amigos que se podem encontrar são os dois transferidos para aditância nos Estados Unidos, como o General Cid, Comandante ainda da 9ª Brigada (GUEs) ou o Coronel Novaes, criador e primeiro Comandante do Centro de Instrução de Operações de Paz.

Chegada ao palanque



Tropa formada, convidados espalhados pela varanda, as autoridades desceram e se dirigiram para o palanque.

Honras Militares prestadas ao Gen Castro


Diante do palanque, em uniformes históricos, bonita arrumação das bandeiras históricas do Brasil.

Diante do palanque, Gen Campos (AD/1), Gen Cid (9ª Bda) e Gen Waldetaro (4ª Bda)


Foram prestadas a honras militares ao General-de-Exército Paulo César de Castro, Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, que tinha ao seu lado os Generais-de-Exército Rui Alves Catão, Comandante Militar do Leste e Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, Comandante de Operações Terrestres, General-de-Divisão Rui Monarca da Silveira, Comandante substituído e já promovido a General-de-Exército e General-de-Divisão Marco Antonio de Farias, Comandante substituto, demais autoridades militares e civis.

Gen Castro autoriza o prosseguimento da cerimônia



Foi entoado o Hino Nacional Brasileiro e em seguida, ouvimos as palavras de despedida do General Rui e em sequência, foi lido o elogio consignado pelo Comandante Militar do Leste.

Note o metralhador com a MAG e atrás, o auxiliar com o reparo


Após a leitura de um curriculum resumido do General Farias, o General Catão, acompanhado dos Comandantes substituto e substituído tomaram suas posições no dispositivo, diante da Guarda bandeira em uniformes da II Guerra Mundial, início da DIE que deu origem a esta Divisão de Exército.

As palavras do General Rui


O General Rui bradou as palavras protocolares: - Passo o Comando da 1ª Divisão de Exército – Divisão Marechal Mascarenhas de Moraes, e Guarnição da Vila Militar, ao Excelentíssimo Genral-de-Divisão Marco Antonio de Farias.

A despedida do Comandante depois de 4 anos e 3 meses de Comando



De pronto, o Gen Farias, visivelmente emocionado, respondeu: - Assumo o Comando da 1º Divisão de Exército, Divisão Marechal Mascarenhas de Moraes, e Guarnição da Vila Militar.

As despedidas do Gen Rui. Embaixo, Gen Campos e Gen Cid


A Banda Militar executou um exórdio e os dois se cumprimentaram abatendo espadas.

Leitura do Curriculum do Gen Farias



Tudo o que se faz no Exército, como bem disse o General Farias depois na inauguração do retrato do Gen Rui na Galeria de Ex-Comandantes, é regulamentado e está escrito ou descrito no Vade Mecum.

O busto do Marechal Mascarenhas de Moraes... No palanque o Gen Castro (DECEX) e Gen Cerqueira (COTER)



Então, normal e protocolarmente, após as continências acima descritas, os dois Comandantes se apresentariam ao General Catão.

Leitura do Curriculum do Gen Farias


Mas quem disse que a histórica 1ª DE é normal? Quem tem a história e a tradição é, pelo menos diferente. Então, prossigamos!

32 BI Mtz (Montanha)



Veio uma ordenança e levou a espada do General Farias. O locutor informou aos presentes, que o Comandante da 1ª Divisão de Exército, Divisão Marechal Mascarenhas de Moraes, em cerimônias, porta sempre a espada de ouro do Marechal Mascarenhas de Moraes.

A Guarda-Bandeira em uniformes da II Guerra, data da criação da 1ª DIE (FEB), origem desta 1ª DE


Dito isso, o General Rui retirou a espada, segurou-a com as duas mãos esticadas e a passou ao seu sucessor que aguardava com igual gesto.

Passagem de Comando
  
Gen Rui passa o Comando da 1ª DE



Eu estava próximo fotografando e vi que o General Rui falava algo solenemente ao que o interlocutor ouvia atentamente aquiescendo com a cabeça e algumas vezes, repetindo “sim senhor”. Bonita cerimônia e o General Catão, próximo como eu, também a tudo observava impávido.

Gen Farias assume o Comando da 1ª DE


Já com a espada do famoso Comandante da Força expedicionária Brasileira na cintura, os Comandantes, substituto e substituído, se apresentaram ao Comandante Militar do Leste, um por transmissão e outro por assunção do Comando.

Saudação dos Comandantes, substituído e substituto



General Catão e General Rui voltaram ao palanque e o novo Comandante da 1ª DE se posicionou para o desfile da tropa em sua continência.

Bandeira Nacional se desloca para sua posição no início da tropa para o desfile


E que tropa!


Perfilados logo atrás, diante do palanque, os três Generais-de-Brigada da tropa que desfilaria garbosa diante de nós: O General Campos, Comandante da Artilharia Divisionária Cordeiro de Farias, O General Cid, Comandante da 9ª Brigada de Infantaria Mortorizada e Grupamento Escola, e o General Waldetaro, Comandante da 4ª Brigada de Infantaria Motorizada com sede em Juiz de Fora e que ali trazia o nosso 32 BI Mtz de Petrópolis e o 38 BI de Vila Velha no Espírito Santo.

Gen Rui entrega a espada de ouro do Marechal Mascarenhas



Só vendo a Galeria de Fotos do desfile para ver o poderio militar terrestre do Rio de Janeiro. Além das tropas a pé, incluindo a de Montanha, vimos as motorizadas, com os Obuseiros de 105 mm do GEsA (32 GAC) e os de 155 mm do 11º GAC e 21º GAC.

A entrega da espada do Marechal
  
A entrega da espada do Comandante da DE



Depois as viaturas Cascavel e Urutu do 15º RCMec mas o destaque era para as viaturas leves (jipes) de fabricação nacional Agrale Marruá e os morteiros pesados de 120 mm – projeto, desenvolvimento e produzido (bem como sua munição) inteiramente no Brasil.

A espada


Fechou o belo desfile o Regimento Andrade Neves à cavalo e com seu uniforme histórico do tempo de Osório.

O novo Comandante da 1ª DE

 
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