Aconteceu o 17º ENOREX em Vila Velha, cidade colada na capital, Vitória, no Espírito Santo.

Tenho de escrever na primeira pessoa, pois, as observações e eventos foram apenas os que o autor esteve presente já que uma crise de coluna não permitiu que visitasse o Convento da Penha, uma das atrações da cidade ou mesmo, no último dia, permaneci todo o tempo acamado, faltando tanto à competição de Tiro como ao Churrasco de confraternização.

 

 

Das visitas programadas, fui visitar o complexo da Vale em Tubarão – que falarei mais adiante, mas perdi o Museu da Vale, que a Mergulhinha foi e disse ser um show.

 

 

Já a outra atração da cidade, a Fábrica da Garoto, não fui por opção quando os colegas que foram disseram que não era à Fábrica e sim uma lojinha que vendia tudo mais caro que nos supermercados ao lado do Hotel. Fui neste último e me esbaldei.

Mas comecemos do início!

Eu ia de carro com minha esposa, mas, o Presidente do CNOR pagou-me a missão de ir no ônibus militar, como xerife (como designamos o responsável) e assim foi.

O Cel Gilson, Subdiretor da DESMiL (Diretoria de Ensino Superior Militar) conseguiu um ônibus da Cia Comando do CML, com os motoristas, Sgt Alves e Sgt Pantuelli, o primeiro, por ter servido no 38 BI, conhecia bem o caminho de chegada.

Saímos às 06:30 h do CPOR do Rio de Janeiro e, à tardinha, chegávamos ao bonito aquartelamento do 38 BI em Vila Velha.   

A maioria ia ficar alojada ali no Batalhão Tibúrcio e peguei uma carona com o Tenente Miranda, meu colega na diretoria do Sistema CNOR que estava no mesmo hotel que eu e Mergulhinha, o Hostess.

Aliás, lá estavam também os mineiros, sempre com grande delegação. Eles vieram de Belo Horizonte para Vitória no famoso trem da Vale, todo modernizado com locomotivas polonesas. Uma bela viagem de 13 horas onde passaram bom tempo no carro restaurante. Afinal, mineiro gosta muito de trens.

Às 19 horas, um ônibus da organização do ENOREX veio nos buscar no Hostess para a cerimônia de abertura.

Desembarcamos e os olhares foram atraídos pelo belo Forte de São Francisco Xavier, todo iluminado.

O Espírito Santo recebeu uma importante colaboração para a preservação da cultura capixaba, pois no dia 11 de novembro de 2010 foi inaugurado o espaço cultural Forte São Francisco Xavier da Barra. O Espaço Cultural integra o sítio histórico da prainha, local onde Vasco Fernandes Coutinho iniciou a colonização da Capitania do Espírito Santo, tomando posse da mesma em 1535, onde fundou uma pequena vila, que deu origem a cidade de Vila Velha.

Às 20 horas, com um número bastante grande de convidados, a Banda Militar do 38 BI com seus acordes anunciavam a chegada da tropa para a formatura. E o Batalhão ocupou toda a nossa frente, desde o antigo forte até onde a claridade da iluminação permitia enxergar. 

 

 

Ouvimos primeiro as palavras de saudação do Tenente Monteiro, Presidente do Sistema CNOR que pode ser lida aqui na íntegra.

 

 

Depois tivemos as boas-vindas do Cel Edson Massayuki Hiroshi, Comandante do Batalhão Tiburcio e, ao final, as palavras do General de Divisão, Julio Cesar de Arruda, Diretor de Ensino Superior Militar (DESMiL).

Em seguida, a Guarda de Honra do CNOR foi convidada a ocupar seu lugar no dispositivo e os Oficiais R/2 a formar atrás dela para o desfile.

 

 

 

 

 

A cerimônia de abertura terminou com o desfile dos Oficiais R/2 e em seguida, do Batalhão Tibúrcio, em continência ao General Arruda.

Após a cerimônia todos foram convidados a uma confraternização no Espaço Cultural São Francisco Xavier. 

 

No coquetel, conheci o famoso irmão que tanto o General Arruda fala. Ele, mais velho, Tenente Juarez Arruda, é o Vice-presidente da AORE/Cuiabá. Conto esta história depois...

 

 

 


 

 

Joomlashack